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Arquivo da categoria ‘Dicionário das Uvas’

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OBRIGADO E SEMPRE CHEERS!!!

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Mais uma uva tinta original de Bordeaux, usada principalmente em combinação com merlot e cabernet sauvignon, o que dá o famoso corte bordalês. Uma uva difundida no mundo todo, mas é difícil acharmos algum vinho varietal feito desta uva.

As razões eu não sei bem, mas a realidade é que encontramos ela em muitos vinhos de assemblage, às vezes dando vinhos sensacionais, que costumeiramente tem cor forte e são encorpados.

CHEERS!!

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Uva tinta de muita qualidade, amplamente cultivada no leste e sul da França. Esta é a principal uva da maior parte dos vinhos Côtes-du-Rhône e dos Châteauneuf du Pape. Em muitos casos ela é misturada com a syrah, mourvèdre e cinsault.

Na Espanha é conhecida como garnacha ou granacha, onde também apresenta-se em bons vinhos.
Além de França e Espanha, ela também tem dado bons resultados na África do Sul, Australia e California. Os vinhos varietais são pouco comuns.
Ela costuma dar vinhos de cor rubi intensa, com bom corpo e aromas bem frutados. Tem um bom equilíbrio de acidez, com taninos bem presentes.
CHEERS!!

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A Pinotage é uma combinação híbrida de pinot noir e cinsault, realizada na África do Sul. Este cruzamento foi realizado pela primeira vez pelo Prof. Peroldt, em 1922. A cinsault foi levada da sua origem, em Cotes du Rhône, França para a região do Cabo e o nome ‘Pinotage’ é uma combinação dos nomes ‘Pinot’ com ‘Hermitage’, sendo esta uma denominação usada para a Cinsaut na África do Sul.

A Pinotage é hoje uma marca da África do Sul, como a Malbec é da Argentina, e a Carmenére do Chile. Produz bons varietais, de médio corpo e alguns de boa guarda. A maioria dos vinhos feitos com esta uva é potente, com cor vermelha escura, e bastante tanicos; No paladar, são bastante adstringentes.

Ela é tão significativa naquele país, que ganhou uma associação, a Pinotage Association (http://www.pinotage.co.za/)

A razão de eu postar sobre esta uva agora é porque se aproxima a data de nossa próxima confraria (12.03), que terá o tema da AFRICA DO SUL. E acho que esta uva vai estar entre nós…

CHEERS!!

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Já que na semana passada falei sobre a Nebbiolo, uva do Piemonte e bem conhecida, nos manteremos hoje nesta mesma região, falando agora da Barbera. Uma uva tinta que dá vinhos equilibrados, mas com certa acidez, que é sua característica principal. Não tem a mesma fama e reconhecimento da Nebbiolo, mas vem ganhando espaço aos poucos.

Os principais vinhos são o Barbera d`Alba e Barbera d`Asti. Seus vinhos apresentam cor rubi vivo com aromas de frutas vermelhas e um pouco herbáceo; Na boca são frescos, não tão encorpados e com uma acidez típica dos vinhos italianos.
CHEERS!!

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Uva tinta original do Piemonte (norte da Itália), é a uva dos Barolos e Barbarescos, vinhos de enorme prestígio no mundo todo, alguns por sinal, bem caros. Ela não costuma ser combinada com outras variedades. Como ocorre com muitas cepas européias, a Nebbiolo tem permanecido fiel às suas origens, e não se tem noticias de plantações significativas de Nebbiolo em outras regiões.

A principal característica dos vinhos desta uva é a longevidade deles.Os Barolos e Barbarescos são vinhos que costumam durar muito tempo e se bebidos ainda jovens, podem não render o que se espera deles, pois estarão alcoólicos e com acidez bastante elevada.Tem uma cor escura, e com aromas complexos e nem sempre facilmente decifráveis.Na boca, tem corpo e taninos finos.

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Uva da região sul da França, utilizada principalmente em vinhos das regiões do Languedoc e da Provence. Na Espanha é conhecida como Cariñena e na Itália como Carignano. É uma uva geralmente usada em vinhos de assemblage, mas que tem produzido também bons varietais.

Antigamente ela era considerada uma uva rústica e popular demais para vinhos de corte. Porém, o grande sucesso da região catalã do Priorato, a partir dos anos 80, recuperou o prestígio.

É uma uva de casca grossa e que produz vinhos escuros, com taninos firmes e bastante saborosos. Uma uva diferente e que vale a pena experimentar, por ser diferente e não encontrada muito frequentemente por aí.
CHEERS!!

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Uva conhecida por ser muito usada nos famosos Sauternes, ela atinge seu auge em 2 países: França (Bordeaux) e Austrália (Hunter´s Valley). Em Bordeaux, como dito acima, ela é muito usada nos Sauternes junto com a Sauvignon Blanc, mas também em vinhos secos, muito frequentemente em vinhos que passam algum tempo em barris de carvalho, para ganhar corpo. Na Austrália ela é muito usada junto com a Chardonnay e é a uva do vinho branco que cito abaixo na primeira confraria do ano que fizemos no Arturito.

Suas características variam de acordo com a região que é cultivada: Tendem a apresentar aromas cítricos e adocicado quando cultivadas em Bordeaux e aromas mais amanteigados e com grande potencial de envelhecimento na Austrália, que era o caso do vinho da confraria.
CHEERS!!

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Uma importante uva branca, original das margens do Rio Reno, que banha Alemanha e França. Na Alemanha, ela e suas híbridas são responsáveis por 85% das plantações do país. Mas ela não é uma uva fácil, pois ela demora para crescer, o que muitas vezes acaba prejudicando sua colheita por causa da mudança de clima.

Ela dá vinhos frutados, mas secos no paladar e de cor amarelo palha. Ela costuma apresentar uma acidez equilibrada e bom corpo. Para harmonizar, peixes como salmão são boas pedidas.
CHEERS!!

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Junto com a Chardonnay, uma das uvas brancas mais conhecidas e difundidas, originária das regiões de Bordeaux e Loire.

Tem acidez acentuada, é fresca, e seus vinhos tem aspectos minerais e bastante frutados no Novo Mundo. Mantém a limpidez pois raramente fica impregnada de carvalho.
Na França, alcança melhores resultados em rótulos da região do Loire. Em Bordeaux, é bastante misturada com Sémillon. Também é parte da composição dos vinhos doces de Sauternes e Barsac. Na Nova Zelândia, encontrou o solo ideal para produção de vinhos que colocaram o país no mapa do mundo do vinho.
CHEERS!!

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A “Rainha das Uvas Brancas”. Uma das mais conhecidas uvas brancas, originária das regiões de Champagne e da Borgonha (França), mas hoje espalhada pelo mundo todo com grande sucesso em vários países.

Responsável por grandes vinhos brancos, com sabor frutado, entre o seco e o meio-doce, com boa capacidade de envelhecimento. São razoavalmente ácidos, mas sem excessos e corpo leve. quando envelhecidos em barricas, tornam-se mais estruturados e com um excelente aroma de madeira misturado às frutas. Os Chardonnays do Novo Mundo costumam ser assim, com ótimos resultados.

Embora seja possível conseguir ótimos chardonnays pelo mundo, nada se compara com os vinhos que ela dá na Borgonha, onde são elaborados, entre outras maravilhas, os famosos “Puilly-Fuissé”, e os “Montrachet”. Os chardonnay comuns são vinhos frutados, são . Tem uma coloraçao palha, brilhante.

Ela também é usada para fazer champanhes, mas este é um assunto para a semana que vem, pois merece exclusividade.

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Mais uma uva procedente de Bordeaux, similar a Merlot, mas com maior concentraçao de taninos e cor mais escura que sua “irmã”. Geralmente, os vinhos Tannat são sempre de bom corpo, muita cor e taninos macios.

Hoje é muito cultivada no Uruguai, se transformando na uva ícone deste país, que começa a despontar como grande produtor mundial.

É uma uva de difícil cultivo, o que torna a vida dos enólogos locais mais desafiadora, pois é preciso muito critério e cuidado na hora colher, de vinificar e de definir quanto tempo ela passrá em baricas e em que tipo de barricas ela passará durante seu envelhecimento.

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Uma uva tinta de ótima qualidade, também proveniente de Bordeaux. Ela é utilizada no clássico “corte bordalês”, junto a cabernet sauvignon, merlot e petit verdot. É ela a responsável pela estrutura dos grandes vinhos “grand cru” de Bordeaux (a Cabernet Sauvignon dá aroma, sabor e corpo, a Merlot dá suavidade, maciez e completa o sabor; a Petit Verdot dá um leve tempero). Já os varietais da Cabernet Franc, são robustos e aromáticos, embora mais tânicos e um pouco ácidos.

Apesar da forte ligação que mantém com a região de Bordeaux, a Cabernet Franc se espalhou por todo o mundo, e é usada tanto em varietais como em combinações variadas. Seus vinhos tem bom corpo, cor rubi intensa, e acidez acentuada. Não costumam ser vinhos para guarda.

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Uma das mais emblemáticas uvas italianas, amplamente cultivada na região central da Itália, principalmente na Toscana, Úmbria, e Lazio. Principal casta do famoso vinho Chianti e também dos Brunellos di Montalcino, mas nete caso é a Sangiovese Grosso, que é uma variedade especial e muito controlada da Sangiovese.

Apesar de não ser uma uva difícil, não se espalhou pelo mundo como as uvas francesas. Portanto, continua uma uva tipicamente italiana.

Os vinhos feitos de Sangiovese são via-de-regra para consumo rápido, de 2 a 3 anos, com excessão dos Supertoscanos, Brunellos e Chiantis Reservas, que aguentam bem mais tempo em garrafa, devido à sua estrutura e por terem também passado longos períodos em barricas. Sua é cor um rubi brilhante, com destacada mas agradável acidez, baixa adstringencia, e corpo meio-leve. Nos tipos de vinhos mais elaborados e citados acima, seus sabores e aromas são marcantes e suas colarações mais escuras.

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Mais uma uva tinta originária de Bordeaux, mas que hoje foi praticamente naturalizada chilena. Lá pelo ano de1860, as videiras européias desta variedade foram dizimadas pela filoxera, um inseto que afecta as folhas e as raízes sugando a seiva das plantas. Mais tarde foram substituídas por outras castas menos sensíveis, como a Merlot.

Julgada extinta, foi redescoberta em

1994 no Chile por um ampelógrafo francês, chamado Jean-Michel Boursiquot, que notou que algumas cepas que achavam que era Merlot demoravam a maturar. Os resultados de estudos realizados concluíram que se tratava da extinta Carménère, cultivada inadvertidamente, misturada com pés de Merlot.

A Carmenère se adaptou muito bem ao agradável clima chileno e a seus solos férteis a ponto de ser considerada uma das uvas mais importante do Chile.

Produz ótimos vinhos varietais, com muita estrutura e sabor marcante. Permite ótimo envelhecimento para os vinhos bem elaborados.

Como foi dito acima, hoje pode-se dizer que a Carmenère é uma uva chilena, e lá encontra sua maior expressão, mas aparece também na California e na Argentina.
Seus vinhos são bem saborosos e encorpados, geralmente um pouco mais tânicos que a Cabernet Sauvignon.

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Já que a Espanha tem sido um assunto corriqueiro por aqui nos últimos dias, vamos falar da mais famosa uva espanhola: A Tempranillo.

A Tempranillo leva este nome por causa da palavra espanhola temprano, que significa cedo, sendo esta a sua maior vantagem, pois ela amadurece logo. É considerada a melhor uva tinta espanhola. Com ela são elaborados ótimos vinhos na região de Rioja e da Ribeira Del Duero. Nas outras regiões ela também é bastante cultivada. Em Portugal, ela é conhecida como Tinta Roriz no Douro, e Aragonês no Alentejo. Produz vinhos de cor profunda, estruturados, elegantes e complexos.

Os vinhos feitos de Tempranillo são extraordinariamente finos e muitos de excepcional qualidade, comparáveis aos melhores do mundo.

No novo mundo ela vem sendo testada em alguns países, dando resultados animadores, mas ainda sem o grande destaque que ela tem no país de origem.

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Uma uva delicada. Esta é a melhor expressão para descrever esta variedade tinta. Típica da região da Borgonha (França). A Pinot Noir é responsável por alguns dos melhores vinhos tintos do mundo. Já foi plantada em muitos outros paises, mas fora de seus “terroirs” originais não tem desempenho que chegue aos pés das origens. Tem sim bons vinhos em outros locais, mas não chegam aos pés dos Borgonhas. Os vinhos de Pinot Noir podem dar também vinho branco quando suavemente macerada; combinada com a Pinot Meunier e Chardonnay, formam por excelência, as castas originais do champagne.
Seus vinhos mais famosos são os Côtes de Beaune, Nuits-St.Georges, e o astro de todos, o Romanée Conti. No Novo Mundo, tem-se conseguido bons vinhos Pinot Noir na Califórnia, no Chile, e na Nova Zelandia.

São em sua maioria, deliciosos vinhos de coloração rubi, com clareza translucida, mas com sabor e aroma marcantes, puxando a cerejas, ameixas frescas, umas notas de cassis.Por seu corpo médio, o ideal é que hamonizemos com comidas mais leves e queijos não tão fortes. Uma boa pedida para o verão, se quiserem variar dos brancos e rosés.

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Esta uva tinta, é proveniente do Caucaso, e talvez a uva vinifera mais antiga do mundo. O nome Shiraz – outra denominação usada para esta uva – vem da cidade de Shiraz (Irã), onde era muito cultivada na antiguidade. Trazida para o Ocidente, se deu muito bem pricipalmente no sul da Borgonha e na Provence (França). Hoje é a casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. Fora da França produz bons vinhos varietais, mas que muitas vezes podem pecar pelo excesso de acidez e taninos.

De tão bem que ela se deu na Austrália, ela é hoje a uva nacional do país, conhecida como Shiraz. Além da Austrália, ela hoje ganha destaque na África do Sul e na Austrália, sendo a uva que dá o famoso Grange.

Seus vinhos costumam ter um tom vermelho bem intenso, com bons taninos, e podemos encontrar aromas de ameixa, amora, cereja e cravo; Para harmonizar, escolha carnes, aves, e queijos amarelos.

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A Merlot é uma das mais famosas e mais cultivadas uvas do mundo, mais uma originária de Bordeaux (França).Ela á a uva base dos grandes vinhos da região, facilmente combinada com a Cabernet Sauvignon, que já vimos no último post do dicionário, com a Cabernet Franc ou a Verdot.
A região imbatível do Merlot é Saint-Emilion, em Bordeaux. Ali são feitos nada mais, nada menos que os grandes Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus, que chega a custar a bagatela de 40 mil reais (Petrus Safra 1947). Fora desta região, ela está espalhada pelo mundo, ganhando destaque no Chile, na California e na Nova Zelândia. Na Itália tem feito boas combinações com a Sangiovese.
No paladar ela é similar à Cabernet Sauvignon, porém mais suave, com sabor mais macio, menos taninos e aromas mais frutados. Tem uma maturação mais fácil e rápida que a Cabernet. Pode desenvolver aromas de chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com o tempo de maturação correta.

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Este será o primeiro post sobre este tema que resolvi começar a fazer, para que possamos sempre aprender um pouco mais sobre as principais variedade de uvas usadas para fazer vinhos de qualidade,as chamadas Vitis Viníferas.

Então, nada melhor que começar com uma das mais famosas, conhecidas e difundidas no mundo: Cabernet Sauvignon.
A Cabernet Sauvignon é originária da região de Bordeaux, no sudoeste da França, ela é a uva vinífera mais difundida no mundo, encontrando-se em zonas temperadas e quentes. É conhecida como “a rainha das uvas tintas”.
Ela apresenta uma vasta gama de clones e apresenta vinhos com uma grande complexidade aromática e se trata de uma uva muito versátil, podendo-se elaborar desde vinhos jovens e vinhos de guarda, até espumantes.
Caracteriza-se por taninos densos, cor profunda devido à sua casca de cor escura, complexos aromas de frutas e elegante estrutura.

Sua maturação é tardia e se plantada em um solo muito fértil e um clima demasiado quente, o vinho pode “açucarar” e faltar.

Seus armoas, quando em vinhos jovens, lembram cassis e nos vinhos de guarda a madeira é bem
presente.

Ela se deu muito bem na maioria dos países vitivinícolas, inclusive no Brasil, mas em especial no Chile, na Califórnia (USA), sem falar obviamente do país que ela nasceu, a França. Aliás, misturada com Cabernet Franc ou Merlot ela dá os famosos vinhos de corte bordalês, que hoje é muito imitado nos países do Novo Mundo.

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