Feeds:
Posts
Comentários

Arquivo da categoria ‘Viagens’

Durante toda esta semana, o Departamento de Turismo da Argentina está promovendo no shopping Villa Lobos a “Semana de Mendoza no Brasil”. O intuito é promover a cidade e divulgar as atrações, que vão além do vinho, pois alem das inúmeras vinícolas que podem ser visitadas, há paisagens belíssimas, lagos, monyanhas e vales que merecem a visita. Não é à toa também que tiveram um estande na Adventure Fair, semana passada também em SP.

O espaço no Shopping Villa Lobos terá um tonel de vinho com degustações diárias, Informações e filmes sobre a cidade, a presença da rainha da Uva e shows de tango todos os dias. Além disto, será realizado um concurso cultural que premiará com uma viagem, com direito a acompanhante e quatro dias no Hotel Intercontinental, voando Lan.

Para mais informações, acessem: http://www.semanademendoza.com.br/msg_enviada.asp

CHEERS!!

Read Full Post »

Bom, vamos à segunda parte do nosso dia pelas vinícolas de Long Island. Como falei no post anterior, a segunda vinícola e que deixei pra falar aqui foi a Shinn State. Chegamos e tivemos a sorte de pegar um grupo saindo para andar nos vinhedos com a enóloga. Uma raridade nas vinícolas daqui, como falei antes. E foi muito bacana. A vinícola é inteira orgânica e biodinâmica e eles falam isto o tempo todo com muito orgulho, pois se dizem a única desta região. Andamos pelos vinhedos de Cabernet Franc e Sauvignon Blanc e pudemos experimentar as uvas do pé. Estavam doces, já prontas para serem colhidas, já que a colheita está para começar! Aliás, a Sauvignon Blanc já poderia ter sido colhida, mas eles estão esperando mais um pouco para fazer um Late Harvest. Depois fizemos a degustação e me impressionaram 2 vinhos: O Espumante Brut, feito através do método tradicional e o Merlot 9 barrels, que é muito bem feito e o melhor tinto que tomei na região.

Depois passamos pela Bedell como falei anteriormente e por último fomos ao Castello di Borghese, vinícola que não tinham nos indicado como as outras, mas que resolvemos entrar para conhecer. Muito bacana a sala de degustação, toda de madeira, com móveis antigos, barricas, um estilo aconchegante e gostoso. Fizemos a degustação de 11 vinhos, entre eles um Pinot Noir que eu estava querendo experimentar, pois é uma região que pode dar bons Pinots, pelo clima que também é propício aos brancos. Achei o vinho bem feito, mas nada de espetacular, ficando o destaque mais uma vez para os brancos, entre eles um Chardonnay Reserva que estava muito bom e vale os US$ 25,00 que custa.

Depois desta intensiva visita às vinícolas de Long Island, já eram 18:00 e hora de voltar para a Big Apple. Minhas impressões sobre a região são boas. Acho que ainda falta um pouco de tempo e experiência para ganharem projeção internacional, mas certamente digo de olhos fechados que a vocação da região é para os vinhos brancos, já que é uma região mais fria que a Califórnia por exemplo e isto acaba prejudicando o amadurecimento de uvas tintas como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e outras. Mas o passeio e a experiência de conhecer mais uma região vinícola do mundo valeu muito a pena!

CHEERS!!

Read Full Post »

Sábado passado, aproveitando os poucos dais que ainda me restam em NY, resolvi pegar a estrada rumo a Long Island, região que está começando a se destacar no cenário vinícola dos Estados Unidos. Mas a primeira pergunta sempre foi “Nova York faz bons vinhos??” Sim, faz! Long Island fica dentro do estado de Nova York, a 1 hora e meia de carro. Uma região bonita, cercada de [agua por todos os lados, que forma uma espécie de garfo, que eles chamam de North Fork (Norte do Garfo ) e South Fork (Sul do Garfo). Tínhamos que escolher uma das 2 regiões pois não daria tempo de conhecer as duas, então fomos ao norte, onde tinham mais vinícolas. Um casal de amigos resolveu se aventurar conosco. Jó e Ana estão morando nos Estados unidos, de passagem por NY e logo mais voltam para a Califórnia, onde estão morando até o meio do ano que vem.

Vou falar de 2 aqui e no próximo post eu falo das outras duas. A primeira é a Paumanok Vineyards, que fica bem no começo do garfo norte. O esquema de visita e degustação por aqui é diferente. Na maioria delas não existe aquele tour pela bodega, com as explicações e tudo mais. Vc simplesmente chega, escolhe um dos tipos de degustação que quer fazer, experimenta e pronto! Um pouco decepcionante, confesso, mas vamos lá! Experimentamos 4 vinhos deles, sendo 2 brancos e 2 tintos: Um Dry Riesling 2008, um Sauvignon Blanc 2009, um Merlot Grand Vintage 2004 e um Assemblage 2005. Os vinhos brancos estavam melhores que os tintos, com destaque maior para o Sauvingon Blanc. Mas a impressão que tive é que faltava estrutura em todos os vinhos, principalmente nos tintos e aí eles usavam a velha técnica do envelhecimento em barricas para tentar melhorar. Não me impressionanaram, mas não dá para dizer que são vinhos ruins.

Depois fomos para a Shinn State, mas esta eu vou falar no próximo post pois merece mais linhas. Depois da Shinn fomos almoçar no meio do caminho em um restaurante gostoso que haviam nos indicado e partimos para a Bedell Cellars. Cheia de gente, maior que a Paumanok e com uma vista linda das parreiras, todas cheias e prontas para a colheita que começa na semana que vem. Lá foram 5 vinhos, sendo 2 brancos e 3 tintos. Destaque para mim foi o Chardonnay Reserva 2007, vinho bem encorpado, saboroso, intenso no paladar e no nariz. Um belíssimo vinho a apenas US$ 35,00. De resto, tive a mesma impressão da Paumanok: Faltava estrutura nos vinhos tintos! Dá pra percerber que são bem feitos, bem cuidados, mas acho que é uma questão de terroir, de vocação das uvas.

No próximo post mato as outras 2 vinícolas e coloco minhas impressões gerais sobre o passeio e a região.

CHEERS!!

 

Read Full Post »

Aproveitando que ainda estou por estas bandas de cá na América do Norte, queria dividir com vcs um link bem interessante que saiu no site do Estadão ontem. Ele fala sobre a região de Sonoma, que fica na Califórina (Oeste Americano), entre a famosa região do Napa Valley e outra região produtora de bons vinhos, o Russian River. Uma região menos turística que o Napa, mas que certamente deve valer a pena. Para os que gostam de maior exclusividade e fogem dos passeios e degustações em grupos, pode ser uma boa saída!

Vale lembra que além da Califórnia e suas regiões, os Estados Unidos andam despontando com outras regiões vinícolas. Uma delas, logo acima da Califórnia é o Oregon, região produtora de bons Pinot Noirs, e o estado de Nova York, produtora de bons Rieslings, Chardonnays, Pinot Noirs e Merlots.

Abaixo o link da matéria do Estadão sobre Sonoma:

http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,sonoma-simples-na-medida-certa,606279,0.htm

CHEERS!!

Read Full Post »

No começo do mês passei uma semana em Nova York e como havia muito tempo que eu não ia para lá, obviamente não deu para me aprofundar na cidade, ir a todas as lojas de vinho e restaurantes que me indicaram. Procurei então ir aos lugares que foram muito indicados e que certamente não teriam erro.

Não vou ficar aqui falando de todos os restaurantes em detalhe. Vou citar todos os que fui, mas quero focar no serviço do vinho em geral nos restaurantes e também na única loja de vinhos que fui lá.

Sobre os restaurantes, fui no Mercer Kitchen, Bottega Del Vino, Serafina, Balthazar, Nello,  Le Bilbouquet e no famoso PJ Clarke´s, que obviamente não pedi vinho. Em todos os outros eu pedi ao menos uma taça de vinho, ou uma garrafa  para dividir com a Helena. Minha impressão geral: Despreparo quase que total no serviço do vinho. Exceto no Bottega Del Vino, os vinhos em taça ou em garrafa (Todos tintos) vieram bem fora da temperatura que deveriam servir em restaurantes deste nível, mesmo não sendo restaurantes 5 estrelas, são bons restaurantes e alguns deles até um pouco caros pelo que oferecem.

Outro fato que me chamou a atenção foi que ao pedir taças, quando não estavam no cardápio ou carta de vinhos, não diziam o nome do vinho, produtor e nem o valor. Apenas a uva. E por último, esperava vinhos mais em conta que no Brasil, mas as margens aplicadas eram bem altas. Quase me senti em São Paulo! Claro que lá os vinhos são mais baratos, mas se compararmos as margens, eles estão pesando mais a mão do que eu imaginava. Fui com uma cabeça, talvez errada, mas no final encontrei coisas bem diferentes, não só no preço!

Sobre a única loja de vinhos que deu tempo de ir, não poderia deixar de ser a famosa Sherry-Lehmann. Fui já direcionado a conversar com uma brasileira, a Ana Paula Galvani, que trabalha lá há um bom tempo e além de extremamente simpática e boa vendedora, conhece muito de vinho. Só pelo simples detalhe de ter passado 3 meses no Château Margaux, já não é preciso dizer muita coisa…! Acabei comprando bons achados, nada caros e alguns deles que não tem no Brasil. Poderia ter realmente enlouquecido com os preços dos ótimos e famosos Bordeaux (É o forte deles), mas optei por ser mais comedido e focar em bons vinhos, todos eles desconhecidos por mim! Foi uma manhã bem gostosa conversando e comprando.

Enfim, The City That Never Sleeps poderia ter um pouco mais de carinho e cuidado com o vinho em alguns casos. Mas foi bom, muito bom estar lá! Afinal, como diz uma amiga minha, New York is never enough.

CHEERS!!

Read Full Post »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.