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AMIGOS, O BLOG TÁ DE CARA NOVA, ENDEREÇO NOVO, MAS COM O MESMO CONTEÚDO. OU MELHOR, TENTANDO MELHORAR CADA VEZ MAIS! NOS VEMOS POR LÁ…

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Qual não foi minha surpresa ao olhar os desenhos abaixo e saber que eles foram feitos com VINHO?! E qual não foi maior a surpresa quando vi que os desenhos eram de Marcelo Daldoce, competente artista, ou Diretor de Arte como eu o conheci quando trabalhamos na DPZ?! Enfim, acho que além da beleza dos desenhos, estas peças tem um charme a mais, que é o material utilizado para fazê-las. Idealmente Daldoce queria retratar os Premier-Cru de Bordeaux com o próprio vinho de cada um. Ou seja, Desenhar o Chateau Margaux usando o próprio vinho. Desenhar o Mouton, o Lafite, o Haut-Brion e o Latour exatamente com estes vinhos. Mas é claro que os custos não permitem muito…

Além dos famosos Chateau, Daldoce fez outras pinturas usando vinhos varietais e até mesmo um vinho branco, chardonnay. E também retratou com vinho alguns sommeliers famosos, como Thiago Locatelli e Manoel Beato, que foi um projeto que fez para a Folha de São Paulo. Os vídeos e outras imagens estão aqui e vale a pena conferir! Fiquei feliz e surpreso de ver este belo trabalho, Daldoce… Parabéns meu amigo! Ops… Lampadinha !

Acho que são desenhos que todo bom enófilo gostaria de ter na parede de casa, principalmente se for perto da adega!

CHEERS!!

 

Recebi esta indicação de cinho do amigo blogueiro Gustavo Jota, do blog “Bebideira“. Uma sugetsão boa para estes dias de calor que começam a nos assolar… Gustavo, obrigado pela dica!

Disse ele:

“Vinho branco seco italiano de donominação de origem controlada, DOC, Frascati da região de Lazio, como cita no rótulo, na Via Romana. Excelente vinho para acompanhar um Lombinho de Porco. Servir em torno de 12oC, caiu muito bem como uma alternativa em uma noite quente de primavera. Sabor suave, baixo álcool residual, fundo de maçãs verdes e madeiras. Comprado no supermercado Angeloni da Beira Mar de Florianópolis. R$ 29,90 a garrafa.”

Independentemente do produtor, pode-se dizer que os Frascatis são realmente ótimas opções para o calor. Estes vinhos brancos, oriundos da região do Lazio, onde fica a capital Roma, são feitos com variedades locais como a Malvasia e a Trebbiano. São vinhos secos, alguns levemente frisantes e geralmente herbáceos e refrescantes. Os preços são também convidativos e não costumam ser elevados. Vale  a aposta!

CHEERS!!

VINH007

Merchandising em TV e Cinema é algo comum e que costuma dar bons resultados aos anunciantes, se o produto tiver pertinência e for bem encaixado. Esta técnica na publicidade é antiga e tem mostrado uma evolução legal em como o produto ou serviço entram em cena. No mundo do vinho esta prática não é tão comum como em outras categorias. Mas quando ela aparece, é pra valer.

Muito provavelmente será o caso dos próximos filmes do agente mais famoso do mundo, James Bond, o 007. Isto porque os produtores dos filmes de Bond estão negociando com ninguém menos que Hubert de Bouard, proprietário e enólogo do Château Angélus. E isto começou com uma despretensiosa aparição do Ângelus 1982, que apareceu em 2006 em uma cena do filme Casino Royale. Esta simples aparição, mesmo que por alguns segundos com Bonde bebendo o líquido, impulsionou as vendas deste famoso e respeitado vinho.

A parceria ainda não está oficializada, mas segue a passos largos, afinal, Bond, um apreciador de vinhos, merece um bom exemplar depois de suas agitadas e explosivas cenas…

CHEERS!!

A próxima Terça-Feira, 08 de Novembro promete abalar a capital paulistana. A começar pela Feira de Organicos e Biodinamicos a ser realizada na Casa da Fazenda, que já comentei aqui antes.

Depois, o enólogo da Viña Santa Rita, uma das maiores e mais importantes do Chile estará no Brasil semana que vem comandando uma degustação especial e premium de seus vinhos mais importantes e reconhecidos na Importadora Grand Cru. Ignacio Villalobos passará por São Paulo, Curitiba, Londrina e Porto Alegre Ele comandará uma série de degustações especiais com vinhos topo como Medalla Real Sauvignon Blanc 2008, Pehuen 2005, Floresta Apalta Cabernet Sauvignon 2004, Triple C 2005 e o cultuado Casa Real 2005.

Em São Paulo o evento será na loja da Bela Cintra, no dia 08 de Novembro às 20:00 e custará R$ 120,00.

Já a Importadora Decanter promove neste mesmo dia uma degustação com o premiado e competente sommelier Guilherme Correa dos vinhos da premiada vinícola Noezelandeza Craggy Range, que tem vinhos bem pontuados, entre eles o Le Sol Syrah 2007, que foi o vinho mais bem pontuado da NZ, com 96 pontos de Robert Parker. Outro vinho, o Sophia 2007 foi o segundo mais bem pontuado da história da Nova Zelandia, com 95 pontos do mesmo crítico. Mais 5 vinhos completam a lista da noite.

Será no mesmo dia 08 de Novembro às 19:30 e o custo é de R$ 150,00,  revertidos em venda no final do evento. Mais informações pelos telefones 11 3702-2020 ou 3073-0500.

Uma terça-feira para ninguém reclamar…

 

CHEERS!!

Ontem coloquei um post sobre uma vinícola da Nova Zelândia que começou a colocar o número de emissões de Gás Carbônico nos rótulos de um dos seus vinhos. Mas a discussão, pode ir além e até seguindo o comentário do amigo e assíduo leitor Ciro, queria falar um pouco sobre os efeitos do aquecimento global na produção de vinhos. E quando estava escrevendo este post, chegou um e-mail da Helena, minha mulher, com um link muito legal e que tem tudo a ver com o assunto. O link é do Opera Mundi e fala exatamente sobre o aquecimento global e suas consequências na indústria vinícola.

O fato é que há muitas especulações e ainda poucas comprovações. Há também aqueles que exageram um pouco, assim como há aqueles que dizem que nada vai acontecer e que a produção de vinhos não será afetada. De tudo que eu já ouvi e li a respeito, acho que algumas coisas fazem muito sentido. Por exemplo, as grandes regiões produtoras hoje estão entre os paralelos 30 e 45, tanto ao norte como ao sul, mas não é por acaso que a Inglaterra, acima desta faixa começa a produzir vinhos, afinal com um clima mais frio, as ondas de calor tem menos intensidade por lá.

Outro fato que é verídico, é que o excesso de calor faz as uvas amadurecerem mais rapidamente. com isto, os vinhos acabam concentrando muito açúcar e este açúcar vai ser transformado em álcool. E isto quer dizer que os vinhos ficarão, ou tem ficado, mais alcoólicos. E prejudica mais as uvas delicadas, como a Pinot Noir, que é uma uva que precisa de temperaturas mais moderadas para amadurecer da maneira correta.

Os argumentos, na minha opinião são todos prejudiciais ao universo vinícola, exceto às novas regiões que surgirão, claro. Mas há algo neste artigo do Opera Mundi que não vai causar boas sensações em alguns produtores, principalmente os que levam o apelo organico e biodinâmico a sério. No artigo, Joël Rochard, especialista da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), diz que os efeitos do aquecimento global podem ser minimizados com avanços científicos interferindo nas características do solo, das vinhas, controlando a exposição solar, alterando as dosagens e desenvolvendo leveduras especificas. Não parece ser algo que muitos produtores gostariam de fazer, mas por outro lado, pode ser realmente algo a se pensar, inclusive em termos de apelações e denominações de origem na Europa.

Amigo, o assunto é vasto, é polêmico e ficaríamos horas escrevendo e discutindo. Mas cabe a nós melhorarmos este cenário e evitarmos que o pior aconteça….

CHEERS!!

As vinícolas do mundo todo, preocupados com o aquecimento global, que fatalmente influenciará os seus negócios, estão inovando cada vez mais. Uma vinícola da Nova Zelândia será a primeira a estampar em seus rótulos as emissões de carbono por cada taça de 125 ml. A New Zeland Wine Company fará esta inovação em seu “Mobius Marlborough Sauvignon Blanc”.

Neste caso, as emissões de carbono, serão medidas separadamente para cada um dos mercados de exportação que a vinícola atua. Por exemplo, as garrafas na Nova Zelândia terão um valor de 140g de CO2, enquanto garrafas vendidas na Austrália irão exibir 190g. E por aí vai para cada país que chegar o vinho, considerando o tipo de transporte, o combustível gasto e outros fatores.

 Certamente é uma bela iniciativa e acho que só vem para acrescentar pois mostra e conscientiza os consumidores sobre as mudanças climáticas e assim podemos cobrar dos produtores que tenham níveis de emissões cada vez mais baixos!

CHEERS!!