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Archive for the ‘Vinho e Saúde’ Category

Um outro estudo feito no Reino Unido pela University College of London e pela Universidade de Oxford mostraram novos dados sobre os efeitos da bebida durante a gravidez. Crianças nascidas de mães que beberam quantidades moderadas de álcool durante a gravidez não apresentaram sinais de comprometimento comportamental ou intelectual nos cinco primeiros anos de vida. Além disto, os filhos nascidos destas mães pareciam ter um desenvolvimento mais avançado.

A equipe analisou dados de 11.513 crianças nascidas entre setembro de 2000 e janeiro de 2002 e suas respectivas mães. Durante o estudo, os cientistas classificam as mães como abstêmias, consumo leve (1 a 2 doses por semana), moderada (3-6 doses por semana) e compulsiva (7 ou mais doses por semana). Uma dose de álcool na pesquisa podia ser 0,5 litro de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose única de destilado ou licor. Do total das mulheres, 25% eram bebedoras leve, 5,5% eram bebedoras moderadas e 2,5% eram bebedoras compulsivas. O restante, abstêmias.

Uma vez que os filhos atingiam os três anos de idade, as mães foram interrogados sobre o comportamento de seus filhos. Depois, uma avaliação intelectual aos 5 anos,, além de testes nas crianças também.

No geral, os cientistas descobriram que as crianças nascidas de bebedoras leves foram 30% menos propensas a ter problemas comportamentais do que crianças cujas mães não beberam durante a gravidez. Por outro lado, as crianças nascidas de mães compulsivas eram mais propensas a sofrer de hiperatividade e problemas emocionais. Os cientistas não acreditam que o álcool ajude o desenvolvimento da infância, mas o importante é mostrar que beber moderadamente teoricamente não faz mal. Mas é claro que não pregar aqui a bebida durante a gravidez, afinal não sou médico. E esta é apenas uma pesquisa feita no Reino Unido, que se junta a outras já realizadas.Portanto, o importante aqui é apenas informar e se posso dar algum conselho de leigo, é que sempre combinem o jogo com o médico. Fazendo isto, tá tudo certo!

 

CHEERS!!

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Mas um estudo feito sobre os efeitos do vinho em nossa saúde foi feito, desta vez com com mais de 2.300 mães na Australia mostrou que as mulheres que beberam quantidades moderadas de álcool durante a gravidez tiveram filhos com menos dificuldades emocionais e comportamentais. Realizada pelo Telethon Institut for Child Health Research, a pesquisa durou nada menos que 14 anos.

O método foi o seguinte: Pesquisadores registraram os hábitos de consumo de álcool durante os primeiros estágios da gravidez. Depois, houve o acompanhamento do comportamento emocional de seus filhos durante os primeiros anos da adolescência. O estudo concluiu que aquelas mães que não beberam álcool ou as que tiveram consumo acima da média, tiveram filhos com mais problemas comportais, mas nada muito sério. As crianças que nasceram de mães que bebiam moderadamente no início da gravidez tiveram filhos com possibilidades menores significativas de ficarem deprimidos ou de reagirem agressivamente aos pais.

Mas um ponto merece a atenção: A principal pequisadora do projeto, Dra. Monique Robinson, aconselhou as mulheres grávidas a falarem antes com seus médicos.  Ou seja, nada de arbitrariamente beber, mesmo que moderadamente na gravidez.

Este assunto já é comum entre as gestantes e seus médicos (Experiência própria!!). E muitos médicos realmente dizem que  as mulheres podem beber álcool em pequenas quantidades, porque é improvável que isso prejudique a saúde corporal ou mental da criança.

Então, mamães, cuidado com o álcool na gravidez. Mas já sabem que os estudos tem dado boas notícias…

CHEERS!!

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Mais uma boa notícia sobre os benefícios do vinho à nossa saúde. Agora, mais especificamente ao cérebro!

Cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto como o consumo de vinho tinto pode proteger o cérebro contra os danos de um acidente vascular cerebral.

Duas horas após darem a animais de laboratório uma pequena dose de resveratrol, que é o principal elemento encontrado nas cascas e nas sementes das uvas vermelhas e grande responsável pela maioria dos benefícios do vinho à saúde. Depois disto, os cientistas induziram um acidente vascular cerebral isquêmico nos animais.

Após os testes, descobriram que os animais que tinham ingerido preventivamente o resveratrol sofreram danos cerebrais significativamente menores do que os que não tinham recebido o composto natural.

O estudo sugere que o resveratrol aumenta os níveis da enzima hemo oxigenase, já conhecida por proteger as células nervosas no cérebro contra danos. Quando o derrame ocorre, o cérebro está pronto para proteger-se graças aos níveis elevados da enzima.

Nos ratos que não tinham a enzima, o resveratrol não teve nenhum efeito protetor significativo e suas células cerebrais morreram após o acidente vascular cerebral.

Ainda que a pesquisa confirme os benefícios do vinho tinto, contudo, ninguém sabe ainda o quanto seria ideal para proteger o cérebro, ou mesmo que tipo de vinho tinto poderia ser melhor, porque nem todos os tipos contêm a mesma quantidade de resveratrol.

Mas nunca é demais lembrar que não adianta se encher de vinho para proteger o cérebro e as artérias, se o álcool em excesso acaba prejudicando outros órgãos e funções do nosso corpo…

 

CHEERS!!

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Mais um estudo que mostra os benefícios do vinho à saúde, agora focado na boca. Depois de falarmos sobre o escurecimento dos dentes e do ataque ácido que o vinho pode causar nos dentes, agora um novo estudo que será publicado na revista “Food Chemistry”, concluiu que beber quantidades moderadas de vinho tinto ajuda na limpeza dos dentes, impedindo a proliferação de bactérias durante e depois das refeições.

Um pesquisador da Universidade de Paiva, na Itália, afirmou que o estudo foi conduzido com vinhos não alcoólicos, a fim de verificar quais substâncias presentes no tinto, além do álcool, teriam papel antisséptico. No estudo, a bebida teve seu álcool removido através de uma técnica denominada “concentração a vácuo”. Depois, culturas de Streptococcus mutans, bactéria que se alimenta do açúcar presente em alimentos, foi preparada para o teste.

O experimento mostrou que a bactéria se misturava facilmente com a saliva e dessa maneira conseguia chegar até o revestimento dos dentes. Entretanto, ao adicionar vinho tinto na solução, o microorganismo foi impedido de se unir à saliva, impossibilitando a junção nos dentes.

Os pesquisadores concluíram que o componente capaz de proteger os dentes são as proantocianidinas, composto de papel fundamental nas características gustativas do vinho.

Mais um motivo, dentre muitos, para bebermos mais e mais vinho. Com moderação, claro!

UM CHEERS ÀS PROANTOCIANIDINAS!!

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A velha discussão e preocupação sobre o efeito do vinho no esmalte dos dentes acaba de ganhar uma comprovação científica vinda de uma pesquisadora alemã. Só que o papo é outro. Parece que o vinho branco é mais agressivo ao dente que o tinto!

Uma substância ácida presente no vinho branco corrói o esmalte dos dentes de forma muito mais agressiva do que na versão tinto, de acordo com o estudo. E não é a origem ou a quantidade de álcool que determinam o tamanho do dano, mas sim, o PH do produto e o tempo de contato do vinho com o dente.

Um teste feito em laboratório, mergulhou o dente de uma pessoa adulta em um copo de vinho branco. Um dia depois, verificou-se que ele teve perda significativa de cálcio e fósforo.

Mas, agora temos a boa notíca! Um dos hábitos mais comuns, que é harmonizar o vinho com um pedaço de queijo ajuda a diminuir esta agresão. De acordo com a pesquisadora alemã, Brita Willershausen, autora da pesquisa, a mistura dos dois ingredientes pode anular o efeito nocivo do vinho branco nos dentes, devido ao cálcio presente no queijo – exatamente a substância corroída pela bebida.

“A tradição de desfrutar diferentes queijos em combinação com o vinho, pode ter um efeito benéfico na prevenção da erosão dental, desde que estes queijos contenham uma concentração elevada de cálcio”, destacou.

Não que isto vá nos fazer beber menos vinho, principalmente os brancos. Mas é sempre bom saber, não?

CHEERS!!

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Este é mais um post que fala sobre pesquisas feitas com o Resveratrol, o antioxidante encontrado nos vinhos tintos e componente utilizado em pesquisas medicinais. Como já vimos aqui no blog em outros posts sobre Vinho e Saúde, ele pode ser capaz de prevenir doenças cardíacas e até ser usado contra o cancer. Mas agora parece também ser capaz de combater viroses, segundo pesquisas realizadas na Itália.

O elemento mostrou ter propriedades antivirais em estudos passados, e a nova pesquisa apontou que ele pode inibir a multiplicação de vírus. Novas análises terão que ser feitas para se definir o quão eficiente o reservatrol pode ser. Vírus responsáveis tanto por um fraco resfriado até a gripe suína são agentes infecciosos que conseguem se reproduzir apenas dentro das células do nosso corpo, por serem organismos “acelulares”.
O novo estudo, publicado em julho pelo “Journal of Experimental & Clinical Cancer Research”, mostrou que com o reservatrol no organismo, o vírus fica incapaz de utilizar os mecanismos internos de nossas células para a reprodução. O co-autor do estudo e biólogo molecular e genético, Gianfranco Risuleo, comentou que o componente mostrou efeitos na síntese do DNA viral (que produz novos vírus). O reservatrol também pode retardar a reprodução de alguns tipos de células cancerígenas, que são aceleradas quando estão em contato com um tipo de vírus específico.

Então, vamos beber vinho!! Suco de uva também vale, mas o vinho é melhor, não?

CHEERS!!

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Com as notícias de que o resveratrol pode combater uma série de problemas de saúde, era apenas uma questão de tempo até que alguém resolvesse produzir um vinho com resveratrol intensificado.

Vários projetos estão em andamento em algumas vinícolas para aumentar a dosagem de resveratrol em vinhos, apesar das dúvidas dos céticos.Um médico australiano de Sydney, Philip Norrie, que também é vinicultor no vale de MacLaren, lançou recentemente dois vinhos, um Chardonnay e um Shiraz, com resveratrol enriquecido. Ele extrai o resveratrol do resíduo da vinificação de uvas tintas, em forma de pó, e que é adicionado ao vinho antes de engarrafar. Ele garante que não há alteração na cor, limpidez, nariz e boca. Com o processo, o resveratrol passa de 4 a 8 para 100 miligramas por litro.

Na tentativa de exportar para a Europa e Estados Unidos ainda terá que passar pelo crivo da CE e autoridades americanas. Do outro lado do mundo, várias bodegas de Rioja também estão desenvolvendo vinhos com dosagem de resveratrol e quercetin (outro antioxidante de vinho tinto) aumentada 10 vezes. Os clientes do Dr. Norrie estão comprando e gostando…

CHEERS!!

Wine Spectator , jan/09

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