Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Viagens e Eventos’ Category

A próxima Terça-Feira, 08 de Novembro promete abalar a capital paulistana. A começar pela Feira de Organicos e Biodinamicos a ser realizada na Casa da Fazenda, que já comentei aqui antes.

Depois, o enólogo da Viña Santa Rita, uma das maiores e mais importantes do Chile estará no Brasil semana que vem comandando uma degustação especial e premium de seus vinhos mais importantes e reconhecidos na Importadora Grand Cru. Ignacio Villalobos passará por São Paulo, Curitiba, Londrina e Porto Alegre Ele comandará uma série de degustações especiais com vinhos topo como Medalla Real Sauvignon Blanc 2008, Pehuen 2005, Floresta Apalta Cabernet Sauvignon 2004, Triple C 2005 e o cultuado Casa Real 2005.

Em São Paulo o evento será na loja da Bela Cintra, no dia 08 de Novembro às 20:00 e custará R$ 120,00.

Já a Importadora Decanter promove neste mesmo dia uma degustação com o premiado e competente sommelier Guilherme Correa dos vinhos da premiada vinícola Noezelandeza Craggy Range, que tem vinhos bem pontuados, entre eles o Le Sol Syrah 2007, que foi o vinho mais bem pontuado da NZ, com 96 pontos de Robert Parker. Outro vinho, o Sophia 2007 foi o segundo mais bem pontuado da história da Nova Zelandia, com 95 pontos do mesmo crítico. Mais 5 vinhos completam a lista da noite.

Será no mesmo dia 08 de Novembro às 19:30 e o custo é de R$ 150,00,  revertidos em venda no final do evento. Mais informações pelos telefones 11 3702-2020 ou 3073-0500.

Uma terça-feira para ninguém reclamar…

 

CHEERS!!

Anúncios

Read Full Post »

Semana passada tivemos mais um embate de gigantes na Confraria dos Publicitários. Novamente os Brunellos entraram em jogo, desta vez para tirar a limpo a estória de que o Renina do Gaja ganhou a outra pois não foi às cegas. Então, com muito esforço, fomos lá…

Com 4 ausências – Marcio, Duda, Gaion e Rafa – o evento sentiu a falta deles, mas não perdeu em grandiosidade. Para compensar, o sempre solícito e surpreendente Gomez levou um Brunello a mais, de um amigo importadora, que queria que experimentássemos o vinho. Então, tínhamos 6 pessoas e cinco garrafas. A noite prometia!

Depois de goles e mais goles, começamos a eliminar os vinhos. Em quinto lugar ficou o tal vinho do amigo do Gomez, nada menos que um Pian delle Vigne 2004, feito pelas mãos competentes e cuidadosas da Família Antinori. Com 90 RP e 91WS, era um Brunello que nunca havia tomado e sempre tive curiosidade. Mas me decepcionou. Foi quase uma unanimidade que seria o primeiro a cair. Depois, uma surpresa: O próximo a cair foi o cultuado Valdicava Madonna del Piano também 2004, levado pela dupla Gomez e Fred “Muller” Prateado. Este vinho, que tem 96+RP e 96WS sempre foi um dos mais aclamados Brunellos, mas acho que estava novo demais. Mostrou uma potencia impressionante, mas ainda muito alcoólico e nariz não tão desenvolvido e à altura do vinho que é. Uma pena, mas que daqui há uns 4 aninhos estará espetacular. E Gomez, que apostou alto, ficou inconformado. Saiu da mesa, não queria mais comer, começou a chorar, se trancou no banheiro e falou que não ia mais sair de lá … J

Os 3 que restaram foram caminhando e o próximo eliminado foi um surpreendente Poggio San Polo 2004, que eu nunca havia ouvido falar. Um vinho equilibrado, apesar de novo para um Brunello, estava mais pronto para tomar que os outros. Nem parecia Brunello e encantou por causa disso! Com 93WS e 92RP, a dupla Gaion e Herbert apostou bem e surpreendeu por ser um Brunello diferente!

E então veio a disputa do campeão e do vice, que desta vez não foi tão ferrenha. Desde o começo o vinho campeão já vinha se destacando e levou 4 votos, contra 2 do vice. Vice este que era do Rafa e meu, um Frescobaldi Castelgiocondo 1997, com 96WS, esta foi uma das épicas safras para os Brunellos. Apesar de seus 13 aninhos de idade, ainda estava um pouco fechado, mostrando boa guarda ainda, mas já encantador! E o grande vencedor garantiu o Tetra ao Dado e o primeiro título ao Edu, com um Brunelaço, o Casanova di Neri Tenuta Nuova 2003. 92RP e 92WS, este vinho estava realmente delicioso. Mais pronto que o Frescobaldi 1997, era um típico Brunello com excelente corpo, equilíbrio entre a acidez e o álcool e um nariz maravilhoso, com madeira balanceada e na medida certa.

Mais uma noite inesquecível, com uma comida primorosa do Piselli, como sempre, fora o serviço atencioso e cuidadoso do Fernandinho (sommelier) e o carinho de sempre do amigo Juscelino. E quando estávamos indo embora, tivemos que convencer o Gomez a sair do banheiro e ir pra casa…

 

CHEERS!!

 

Read Full Post »

Recentemente andei falando sobre vinhos orgânicos e biodinâmicos e fiquei sabendo no início da semana que haverá agora na Casa da Fazenda (Morumbi – SP) nos dias 08 e 09 de Novembro a segunda edição da Feira de Vinhos Orgânicos e Biodinâmicos. Para a edição deste ano já estão confirmadas mais de 40 vinícolas, a grande maioria, francesas.

Uma das grandes atrações do evento promete ser a presença do melhor sommelier do mundo em 2007, Andreas Larsson, que será o grande anfitrião do evento. O custo antecipado do ingresso, por dia é de R$ 150,00. Na hora, o valor sobre para R$ 200,00. E haverá distinção de horários para profissionais do setor e para enófilos. Os primeiros devem chegar a partir das 14:30 e os enófilos e consumidores, apenas após as 17:30.

Mais informações, na Casa do Porto, telefone (11) 3061-3003. Estarei por lá!

CHEERS!!

Read Full Post »

Terça-Feira fui convidado para uma degustação bem bacana na Decanter. Estava aqui o Gerente Comercial da Falua – Conde de Vimioso, Roque da Cunha Ferreira. Esta é uma vinícola com ótimos vinhos, localizada na região do Tejo (Nova denominação da antiga região do Ribatejo) e é um projeto do renomado e competente João Portugal Ramos.

A degustação, comandada por Roque foi composta por 6 vinhos, sendo 1 branco, 1 rosé e 4 tintos. Vou falar dos que mais me chamaram a atenção e que merecem algum destaque.

Primeiramente, o excelente Quinta de Foz de Arouce 2008, um branco muito bom, feito 100% com a uva cerceal. Um vinho caro (R$ 125,00) por ser branco, mas de uma qualidade impressionante. Toques minerais fortes, que se juntam a um pouco de madeira e o deixam redondo, elegante e muito equilibrado, com uma acidez moderada e um final médio-longo. O preço espelha a minúscula produção: Apenas 2.500 garrafas!

Para mim, logo depois veio a surpresa da noite. O Conde de Vimioso Rosé 2009 quase enganava na cor. Poderia facilmente passar por um Pinot Noir bem leve e apenas olhássemos a cor. Até por conta desta tonalidade mais forte deste rosé (Touriga Nacional e Syrah), esperava-se que os aromas e sabor fossem mais intensos e foi o que vimos e sentimos. No nariz uma framboesa bem evidente, intensa e na boca ainda tínhamos toques de morango, com acidez e álcool equilibrado e um final não tão longo, mas cumpridor. Um vinho refrescante e marcante. O preço o deixa melhor ainda: R$ 37,00 e pra mim o grande custo-benefício da noite!

Dos tintos servidos, 2 me chamaram a atenção: O Conde de Vimioso Reserva 2007 (R$ 120,00) feito com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Aragonês, estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês de segundo uso e no nariz, uma pronunciada baunilha que se juntava a frutas negras e pimenta. Na boca taninos macios, acidez moderada e ainda um pouco alcoólico, com um longo final. O outro foi o top da vinícola, o Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas Santa Maria 2005, que é um vinho feito 100% com a uva Baga e bem difícil de beber. Encorpado, intenso e ainda fechado, não conseguiu mostrar toda a sua capacidade. Um vinho de longa guarda, mas que já dá pra notar que vai crescer e se tornar um “monstro”. Frutas Vermelhas, tabaco e um pouco herbáceo no nariz. Volumoso, bom equilíbrio entre acidez e álcool e um final longo! Pelos 14 meses em meias barricas novas de carvalho, não se nota muita madeira ainda. Custa R$ 180,00.

Não conhecia os vinhos deles, mas fiquei impressionado com o nível de todos eles, principalmente por serem de uma região não tão famosa como o Alentejo e o Douro. E o Roque, figura simpática e atenciosa, conduziu a degustação muito bem e foi uma noite bem agradável!

CHEERS!!

Read Full Post »

Quinta-Feira passada tivemos mais uma Confraria dos Amigos, depois de muita luta para arrumarmos uma data comum a todos. Ficamos quase 3 meses sem nos encontrarmos, tempo este que não é comum nos nossos encontros. O tema foi a Espanha e ficou sob minha responsabilidade levar os tintos da noite, e os brancos foram levados pelo Zé Roberto. O restaurante escolhido não poderia ser outro que não o eleito pela Veja Comer e Beber como o melhor espanhol da cidade, o Eñe! E aconteceu o que eu já previa antes: Os brancos, pela primeira vez foram superiores aos tintos na nossa confraria.

Quando me contaram qual era o branco que ia abrir os trabalhos, eu me assustei e logo vi o que estava por acontecer. Nada menos que um Tondonia Reserva 1991 um vinho absolutamente maravilhoso, elaborado por esta que é uma das mais melhores e mais tradicionais vinícolas espanholas que fica na Rioja. Este vinho, que fica meros 6 anos em barricas, é feito com 90% de Viura e 10% de Malvasia. Para quem não sabe, Viura é a mesma uva que Macabeo e é uma das principais uvas brancas espanholas. O vinho estava espetacular! Acidez equilibrada com o álcool e o corpo do vinho, um nariz que era um mel puro que quase lembrava um vinho de sobremesa. Na boca era muito intenso, final longo e delicioso. O acompanhamento? Tapas espanhóis como corquetes, gambas (camarões) ao alho e óleo, entre outros.

Partimos então para os tintos, que tinham uma responsabilidade grande depois deste vinhaço. E infelizmente eles ficaram pra trás. Eram ótimos vinhos, bem pontuados pela crítica, produzidos por uma excelente Bodega. Mas talvez estivessem jovens demais, ainda mais depois de um vinho de 19 anos de idade. Eram os Dominios de Atauta 2004 e 2005, produtor dos mais conhecidos da Ribeira del Duero. Ambos com 92 pontos do RP, são vinhos com bom corpo, equilibrados, mas ainda um pouco alcoólicos. Abrimos primeiro o 2004 e depois o 2005. Ambos feitos com a uva Tinto Fino (É como é chamada a Tempranillo lá na Ribeira del Duero). Estavam muito parecidos, ainda fechados, alcoólicos mas com corpo excelentes, o 2004 um pouco mais aberto e com frutas vermelhas e o 2005 mais fechado, demorando para mostrar as frutas e mostrando mais madeira. Apesar de novos, dava para ver que tinham um futuro brilhante pela frente…

Para terminar, resolvemos nos dar um gran finalle. Um Pedro Ximenez Alvear Solera 1927. Este vinho é elaborado a partir de uvas Pedro Ximénez, que são expostas ao sol para ficarem secas e depois de vinifcadas, amadurecimento em barris de carvalho por muito tempo pelo método conhecido como Solera. Este método é bom complexo e vou tentar resumir aqui. Neste método um mescla de vinhos de diferentes anos são misturados para que ganhem complexidade e a safra que vai no rótulo se refere ao vinho mais antigo que existe dentro daquela mistura. Este método de Solera leva vários anos até ter a idade adequada, e portanto, é bastante trabalhoso e custoso. E este exemplar levou nada menos que 96 pontos do Parker. Uma preciosidade, que era pura uva passa, aquelas que comemos geralmente na época do natal.

Uma noite marcante e atípica, onde os brancos dominaram de fato!!

Preços:

Tondonia Reserva Branco 1991: US$ 119,50 (Vinci Importadora)

Dominio de Atauta 2004: Não achei esta safra pra comprar aqui no Brasil. Se alguém souber, por favor informe!

Dominio de Atauta 2005: R$ 202,10 (Mistral Importadora)

Pedro Ximenez Alvear Solera 1927: R$ 146,00 (Península Importadora) 

CHEERS!!

Read Full Post »

Na última quarta-feira estive na Grand Cru participando da Degustação vertical do Sideral, um dos vinhos da vinícola chilena Altair, que tem vinhos exuberantes e bem pontuados por toda a crítica. La estavam alguns jornalistas, blogueiros e sommeliers, além do pessoal da Gran Cru e da Gerente de Exportações da vinícola. Uma primeira informação que tivemos e que eu particularmente achava que era diferente, é que o Altair não é o primeiro vinho da vinícola e o Sideral, o segundo. São vinhos completamente distintos, com uvas provenientes de diferentes vinhedos e produções distintas. Aquela estória de que ele poderia ser o “descarte de qualidade”do Altair, assim como algumas vinícolas fazem seus “segundos vinhos”não é verdade aqui.

Começamos então pelo Sideral 2002, um vinho 70% Cabernet Sauvignon, 20% Merlot e 10% um blend de outras uvas tintas, com passagem de 15 meses por barricas de carvalho, arrebatando 88 pontos WS e 92 pontos no Guia de Vinos de Chile. Um vinho que no começo se mostrou equilibrado, um ruby intenso e uma presença marcante de CS com muita pimenta, cereja e madeira no nariz. Na boca, um vinho com taninos macios, com o álcool ainda bem presente e final de médio para longo. Pelo nível que conhecemos do Sideral, um pouco abaixo da média. Seria um ótimo vinho de R$ 80,00 e não o que ele vale, por volta de R$ 135,00. Mas não é o que se viu nos outros 3 vinhos.

O Sideral 2003 estava mais pronto para beber que o anterior. Isto muito provavelmente pelo ano quente que teve o Chile e as uvas acabaram amadurecendo antes. Este vinho pode-se dizer que é quase um 100% Cabernet Sauvignon. 84 % desta uva e mais 10% de Merlot e outros 6% de Sangiovese e Syrah. Pontuações mais altas, como 91 RP e 95 pela Wine&Spirits. A cor já mostrava que estava mais pronto para beber, com reflexos alaranjados no vinho. No nariz estava mais fechado, também com pimenta e um poucos de ervas e frutas negras. Mas na boca estava melhor, com taninos mais ásperos, porém com mais sabor, mais equilíbrio e final mais longo. Acidez um pouco maior também.

E para terminar os Siderais, veio o 2005, uma safra histórica para o Chile. Este vinho, ainda novo tem um futuro brilhante e maravilhoso pela frente. 87% de Cabernet Sauvignon e 13% de Carmanére, levou 91 pontos RP. No nariz, um vinho típico do Chile, com muita goiaba, pimenta, madeira e frutas vermelhas. Na boca, mais intenso, mais longo e taninos ainda verdes. Com o tempo no copo, apareceu um chocolate incrível. Um grande vinho!

E para arrebatar, veio a estrela da degustação, um Altair 2004. Uma cor ruby bem profunda, com alguma borra já e muita, muita fruta vermelha e madeira no nariz. Se o Sideral estava novo, o Altair estava um recém nascido. Ainda bem alcoólico, acidez equilibrada, excelente corpo e ainda deixava um chocolate na boca que vem de seus 18 meses em barricas. Um vinhaço que vale abrir daqui uns 4 anos, quando completar sua primeira década!

 

 

CHEERS!!

Read Full Post »

Ontem foi uma noite especial! Fui convidado a criar e conduzir um bate-papo sobre vinhos para uma das mais importantes agências de eventos, promoção e ativação, a Momentum, que faz parte do McCann World Group, um dos maiores grupos de comunicação do mundo. O convite foi um tanto quanto diferente, mas extremamente pertinente. A encomenda foi falar e trocar idéias com os diretores da empresa sobre “Como se sair bem na frente de um cliente quando o assunto é o Vinho”. E como explicou Marcos Lacerda, presidente da agência, na introdução, este é um assunto que além de interessante para as pessoas, deve ser tratado com seriedade e precisa de cuidados para não fazer feio num almoço, jantar ou qualquer evento que se está acompanhado de um cliente, geralmente grandes empresários, diretores ou gerentes de grandes empresas.

O evento fluiu muito bem e não precisei muito do roteiro que eu tinha feito pois as perguntas e dúvidas de todos eram exatamente o que estava no roteiro. Começando com assuntos como a diferença de produção de vinhos brancos, tintos, rosés, espumantes e fortificados, falamos também sobre armazenamento, serviço dos vinhos, mitos e verdades, pegadinhas comuns como ver um vinho “Reserva” na carta do restaurante por R$ 50,00 e achar que está pedindo um vinhaço somente por ser “Reserva” e outras dúvidas que acabaram surgindo e deixaram o bate-papo descontraído e agradável.

Terminamos degustando um espumante argentino, 2 vinhos brancos feitos com Chardonnay, sendo um reserva e outro não, exatamente para mostrar a diferença, depois foram 2 tintos bem emblemáticos para mostrar as diferenças entre “Novo”e “Velho” Mundos. Um Malbec Argentino, 12 meses de madeira e um vinho do Rhone, do Domaines Perrin, corte de Grenache e Syrah. E terminamos com um Late Harvest chileno.

Claro que nestes eventos alguns comentários curiosos surgem no meio do caminho e marcam a todos, principalmente depois de alguns goles de vinho. Neste caso tivemos 2 comentários que agitaram o bate-papo: Um deles foi uma constatação de que bacalhau não é um peixe! E logo em seguida, vem a pergunta: “Então o que é? Um Boi?”… Na verdade a discussão foi pelo fato de alguns dizerem que  bacalhau é o nome do processo de salgamento e ressecamento da espécie de peixe chamada Gadus Morhua. Mas até explicar, as piadas tomaram conta da sala. Mas continuo sem saber a explicação técninca final! O outro momento interessante foi a constatação de um dos participantes que o vinho francês tinha aromas de Peroba Rosa! Falar no aroma de carvalho, de madeira em geral, tá certo! Mas daí identificar que é uma Peroba Rosa, mais motivos para piadas! Sempre saudáveis e que divertiram o evento.

Achei que o saldo final foi muito bom! Além de todos parecerem interessados, o formato de bate-papo e tira-dúvidas foi descontraído e ao mesmo tempo, acredito eu, instrutivo! Valeu a todos que participaram e fico esperando a amostra de Peroba Rosa que prometeram para comprovar o aroma daquele vinho!

 

CHEERS!!

Read Full Post »

Older Posts »